02
Set 08

Já cá estou! Acabaram-se as férias! Agora, voltei ao trabalho para descansar...

Não aconteceu nada, não fomos a lado nenhum, birras, choros, pontapés, queixinhas, mau feitio todos os santos dias. Cada vez ando mais desconfiada de que não tenho uma família normal... Ou se calhar o pessoal é que pinta a vida mais cor de rosa do que na realidade é...

Ando um bocado virada do avesso, confesso. Pior do que nunca, admito. Vou piorando com idade, raios partam!

O mais velho mais uma semana e vai para a escola primária. Espero não me dar uma taquicardia igual à que me aconteceu quando entrou no Jardim de Infância... O mais pequeno não há meio de largar as fraldas e eu, que não estou para me chatear, deixo andar, a gaja até é rica para gastar dinheiro em fraldas...

O chefe lá de casa está no seu auge, mas nem sequer me vou alongar sobre o assunto senão ainda vou ser alvo de violência doméstica.

E pronto caros/as leitores/as, como podem ver: tudo como dantes no Castelo de Abrantes!

 

publicado por Anjos às 16:28
sinto-me:

Pois, senhor Zé da Burra, não sei a que propósito vem o seu comentário, porque o acho um pouco despropositado para o efeito. Mas pronto, quem não sabia ficou a saber...
Anjos a 4 de Setembro de 2008 às 12:12

Apesar do seu "post" não ser um daqueles que se queixam do drama da "violência doméstica" em Portugal, a razão do meu comentário é que estou cheio de ouvir falar de "violência doméstica", fico como dizia o há muito falecido actor dos tempos áureos do cinema da comédia portuguesa, António Silva: "fico dessincronizado.

Permita-me que lhe dirija as minhas cordiais saudações.
Zé da Burra... a 4 de Setembro de 2008 às 14:52

"...havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá.." citação de uma parte do seu comentário.
Ora para si um homem que tenha que fazer este tipo de coisas sofre de violência doméstica, e uma mulher que tem que o fazer todos os dias não. Da minha parte digo-lhe que todos os dias trabalho, chego a casa tenho que a limpar, fazer o jantar, cuidar dos miúdos, larvar roupa, estender, passar e eventualmente tenho que mudar uma lâmpada, desentupir um cano, arranjar qualquer coisa que se tenha estragado e que tenha precisão imediata dela. Isto, para si, é o quê? Obrigação da mulher, talvez a tenha razão que no tempos das nossas mães e avós sempre foi assim e nunca nenhuma delas se queixou. Pois realmente estamos a lutar por uma coisa que nunca existirá, que é a igualdade entre homens e mulheres, está mais que provado e cada vez está mais latente que a mulher, na verdade, é superior ao homem e neste caso nós somos o sexo forte.

Cordiais cumprimentos.
Anjos a 4 de Setembro de 2008 às 14:59

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