02
Set 08

Já cá estou! Acabaram-se as férias! Agora, voltei ao trabalho para descansar...

Não aconteceu nada, não fomos a lado nenhum, birras, choros, pontapés, queixinhas, mau feitio todos os santos dias. Cada vez ando mais desconfiada de que não tenho uma família normal... Ou se calhar o pessoal é que pinta a vida mais cor de rosa do que na realidade é...

Ando um bocado virada do avesso, confesso. Pior do que nunca, admito. Vou piorando com idade, raios partam!

O mais velho mais uma semana e vai para a escola primária. Espero não me dar uma taquicardia igual à que me aconteceu quando entrou no Jardim de Infância... O mais pequeno não há meio de largar as fraldas e eu, que não estou para me chatear, deixo andar, a gaja até é rica para gastar dinheiro em fraldas...

O chefe lá de casa está no seu auge, mas nem sequer me vou alongar sobre o assunto senão ainda vou ser alvo de violência doméstica.

E pronto caros/as leitores/as, como podem ver: tudo como dantes no Castelo de Abrantes!

 

publicado por Anjos às 16:28
sinto-me:

Agora "violência doméstica" está na ordem do dia, porquê? será para desviar a atenção dos cidadãos de outras violências? Agora, quando este país está "a ferro e fogo" sob a mira do ataque de violentos "gangs", que estão dispostos a tudo para conseguir os seus gananciosos intentos de obter dinheiro fácil, foi a vez do Governo se lembrar o drama da "violência doméstica". Ela existe e continuará a existir sempre mas nada tem a ver com o que foi no passado ou existe noutros países.

Os amantes das estatísticas gostam muito de comparar realidades entre os diversos países. Será que são capazes de comparar o que se passa em Portugal com o resto do mundo? ou com o que se passava há 30 anos?

Em Portugal, frequentemente são postos em liberdade, a aguardar julgamento, assaltantes violentos, traficantes de droga, de armas e até assassinos, colocando em risco vítimas e testemunhas, por isso não julgo ser essa a altura para tratar da questão e fazer sair leis com vista a por em prisão preventiva os homens ACUSADOS de "violência doméstica". Há crimes que estão na ordem do dia e que exigem uma resposta urgente. resposta.

Os acusados de "violência doméstica" também têm direito à presunção de inocência; ou não? A inovação não poderá até levar a esquemas perversos para por fora de casa um qualquer companheiro que se queira por fora de casa. E depois que fazer mesmo que não se prove nada?

Qualquer pessoa reconhece que a "violência doméstica" já foi muito pior em Portugal do que é hoje e há que acrescentar outras formas da tal "violência doméstica" muito pouco referidas. Para além da do HOMEM VERSUS MULHER (a que é sempre referida), há a praticada contra os idosos, familiares deficientes, crianças, dos filhos contra os pais e até de mulheres contra homens: sabendo que aqueles não lhes podem "tocar", desprezam-nos, praticam adultério e mesmo quando não têm qualquer ocupação profissional, há mulheres que não se ocupam dos trabalhos domésticos, havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá... É FAZER E CALAR, SENÃO RUA E PAGA A PENSÂO PARA OS FILHOS QUE FICAM INVARIAVELMENTE COM A MULHER MESMO QUE O HOMEM CONSIGA POVAR A SUA INOCÊNCIA (o que é sempre muito difícil de provar); DE CONTRÁRIO ATÉ AQUELA TEM DIREITO A UMA PENSÃO PARA SI. Se a questão monetária não importa para quem ganha alguns milhares de euros, o mesmo já não acontece aos menos afortunados. Retirar os filhos ao pai que não é o culpado por uma separação também é uma violência!

O que referi no último parágrafo já é o lema de algumas mulheres (o sexo fraco?), não a aconselho mas demonstro-lhe quem é hoje o verdadeiro sexo fraco.

Zé da Burra o Alentejano

Zé da Burra o Alentejano a 4 de Setembro de 2008 às 11:52

Pois, senhor Zé da Burra, não sei a que propósito vem o seu comentário, porque o acho um pouco despropositado para o efeito. Mas pronto, quem não sabia ficou a saber...
Anjos a 4 de Setembro de 2008 às 12:12

Apesar do seu "post" não ser um daqueles que se queixam do drama da "violência doméstica" em Portugal, a razão do meu comentário é que estou cheio de ouvir falar de "violência doméstica", fico como dizia o há muito falecido actor dos tempos áureos do cinema da comédia portuguesa, António Silva: "fico dessincronizado.

Permita-me que lhe dirija as minhas cordiais saudações.
Zé da Burra... a 4 de Setembro de 2008 às 14:52

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