04
Set 08

Recebi um comentário ao meu post "(Re)voltada", que não resisto colocá-lo aqui, refere-se a esta frase: "O chefe lá de casa está no seu auge, mas nem sequer me vou alongar sobre o assunto senão ainda vou ser alvo de violência doméstica."

 

"Agora "violência doméstica" está na ordem do dia, porquê? será para desviar a atenção dos cidadãos de outras violências? Agora, quando este país está "a ferro e fogo" sob a mira do ataque de violentos "gangs", que estão dispostos a tudo para conseguir os seus gananciosos intentos de obter dinheiro fácil, foi a vez do Governo se lembrar o drama da "violência doméstica". Ela existe e continuará a existir sempre mas nada tem a ver com o que foi no passado ou existe noutros países.

Os amantes das estatísticas gostam muito de comparar realidades entre os diversos países. Será que são capazes de comparar o que se passa em Portugal com o resto do mundo? ou com o que se passava há 30 anos?

Em Portugal, frequentemente são postos em liberdade, a aguardar julgamento, assaltantes violentos, traficantes de droga, de armas e até assassinos, colocando em risco vítimas e testemunhas, por isso não julgo ser essa a altura para tratar da questão e fazer sair leis com vista a por em prisão preventiva os homens ACUSADOS de "violência doméstica". Há crimes que estão na ordem do dia e que exigem uma resposta urgente. resposta.

Os acusados de "violência doméstica" também têm direito à presunção de inocência; ou não? A inovação não poderá até levar a esquemas perversos para por fora de casa um qualquer companheiro que se queira por fora de casa. E depois que fazer mesmo que não se prove nada?

Qualquer pessoa reconhece que a "violência doméstica" já foi muito pior em Portugal do que é hoje e há que acrescentar outras formas da tal "violência doméstica" muito pouco referidas. Para além da do HOMEM VERSUS MULHER (a que é sempre referida), há a praticada contra os idosos, familiares deficientes, crianças, dos filhos contra os pais e até de mulheres contra homens: sabendo que aqueles não lhes podem "tocar", desprezam-nos, praticam adultério e mesmo quando não têm qualquer ocupação profissional, há mulheres que não se ocupam dos trabalhos domésticos, havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá... É FAZER E CALAR, SENÃO RUA E PAGA A PENSÂO PARA OS FILHOS QUE FICAM INVARIAVELMENTE COM A MULHER MESMO QUE O HOMEM CONSIGA POVAR A SUA INOCÊNCIA (o que é sempre muito difícil de provar); DE CONTRÁRIO ATÉ AQUELA TEM DIREITO A UMA PENSÃO PARA SI. Se a questão monetária não importa para quem ganha alguns milhares de euros, o mesmo já não acontece aos menos afortunados. Retirar os filhos ao pai que não é o culpado por uma separação também é uma violência!

O que referi no último parágrafo já é o lema de algumas mulheres (o sexo fraco?), não a aconselho mas demonstro-lhe quem é hoje o verdadeiro sexo fraco.

Zé da Burra o Alentejano"


Pois, senhor Zé da Burra, não sei a que propósito vem o seu comentário, porque o acho um pouco despropositado para o efeito. Mas pronto, quem não sabia ficou a saber... - Anjos
"Apesar do seu "post" não ser um daqueles que se queixam do drama da "violência doméstica" em Portugal, a razão do meu comentário é que estou cheio de ouvir falar de "violência doméstica", fico como dizia o há muito falecido actor dos tempos áureos do cinema da comédia portuguesa, António Silva: "fico dessincronizado.

Permita-me que lhe dirija as minhas cordiais saudações."

 

"...havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá.." citação de uma parte do seu comentário.
Ora para si um homem que tenha que fazer este tipo de coisas sofre de violência doméstica, e uma mulher que tem que o fazer todos os dias não. Da minha parte digo-lhe que todos os dias trabalho, chego a casa tenho que a limpar, fazer o jantar, cuidar dos miúdos, larvar roupa, estender, passar e eventualmente tenho que mudar uma lâmpada, desentupir um cano, arranjar qualquer coisa que se tenha estragado e que tenha precisão imediata dela. Isto, para si, é o quê? Obrigação da mulher, talvez a tenha razão que no tempos das nossas mães e avós sempre foi assim e nunca nenhuma delas se queixou. Pois realmente estamos a lutar por uma coisa que nunca existirá, que é a igualdade entre homens e mulheres, está mais que provado e cada vez está mais latente que a mulher, na verdade, é superior ao homem e neste caso nós somos o sexo forte.

Cordiais cumprimentos. - Anjos
publicado por Anjos às 15:19
sinto-me:

É isso mesmo!!!
Cambada de machistas, é mesmo igualzinho ao nome (no masculino, claro)!!!!! Apetece-me esganar esses parvalhões todos!!!!

Beijos
mamaepedro a 4 de Setembro de 2008 às 15:54

Deixa lá acho que o senhor, deve sofrer as passinhas do Algarve nas mãos da mulher
Anjos a 4 de Setembro de 2008 às 16:09

Olá

Realmente o comentário foi um bocado extemporâneo e sem sentido. Se pensarmos bem, a violência doméstica é bem mais grave que a onda de violência de que tanto se fala, li ontem algures que o numero de vitimas mortais da violência doméstica já vai acima das três dezenas.... isto a meio do ano..... bem mais que as vitimas mortais de assaltos... de certeza absoluta. É de certeza absoluta um assunto que nos deve preocupar.

Beijinho
Jorge
Jorge Soares a 4 de Setembro de 2008 às 20:02

Mas parece que para este senhor, a mulher que é alvo de violência doméstica é porque merece, porque andava a laurear a pevide e a encornar o marido deixando em casa a morrer de fome...
Haja bom senso, por favor!

E esse tornozelo já está melhor?

Beijinhos e rápidas melhoras...
Anjos a 5 de Setembro de 2008 às 09:24

Anormalóide!!!
Duvido mesmo que seja alentejano!!! Os gajos alentejanos têm cérebro. Este panhonha não tem de certeza...
Ganda mulher! Assim é que é!
Sexo forte somos nós, que fazemos tudo o que eles fazem e ainda o que eles não sabem, não querem ou não podem fazer!
Como se diz lá no Alentejo, gajos destes são os últimos a falar e quando chegar a vez deles calam-se!
Beijos grandes (cheios de saudades do Algarve...) para todos

Migas a 4 de Setembro de 2008 às 23:47

Vamos lá perceber esta gente...

Beijinhos do Algarve para vocês!
Anjos a 5 de Setembro de 2008 às 09:24

Epa coitado do home, tu nã vês que a taxa de suicidio no alentejo é elevada e tou cá desconfiada que a causa maior é mesmo essa, violencia doméstica masculina...

Eles coitados andam lá de enchada ao ombro a apanhar a brasa do calor, chegam a casa, a mulher está a de cú pró ar a esfregar a roupa no tanque, vem cheios da fome por uma queca áquela hora, ora a gaja já anda pelos cabelos com a meno-pausa, dá-lhe com o cajado nos cornos e eles coitados, queixam-se que é violencia gratuita!!! :D:D:D:D

Prontos e olha este em vez de ir dar um tiro nos cornos, veio aqui descarregar no teu blog, prontos

jocas gaja


p.s. desculpalá o meu "francês"
mother_24 a 5 de Setembro de 2008 às 14:41

Bem vinda gaja!!!
Pois é exactamente isso que eu penso do desgraçado, quer festa e a burra da alentejana prefere o burro
Anjos a 5 de Setembro de 2008 às 15:02

Cara "Anjos"

Qualquer mulher que trabalhe fora de casa e com isso participe para o rendimento familiar (e hoje são a maioria) merece que o marido a ajude nas tarefas domésticas e acredito que os homens de hoje assim fazem. Se você é um dos casos em que depois de um dia de trabalho, eventualmente depois de ir buscar o(s) seu(s) filho(s) à escola(s) então lamento a sua situação. Mostre ao seu marido a minha menssegem de repúdio. Assim não!!!
Zé da Burra... a 5 de Setembro de 2008 às 17:28

O meu marido não me ajuda, porque não pode, tem dois trabalhos, pouco dorme e mt pouco tempo passa em casa...
Anjos a 5 de Setembro de 2008 às 17:34

Acho engraçado como se fazem assim distinções entre a importancia de cada crime. Mesmo. Então um gangue que assalta uma bomba é mais importante de por atras das grades do que um homem (ou mulher vá) que agrida o seu companheiro? Que o prive da sua saude fisica e mental? Da sua auto estima? De si mesmo? Porque?

O problema aqui não é dar demasiada importancia a umas coisas e menos a outras. É precisamente o contrário. A violencia doméstica é um flagelo que não termina com a intervenção da policia, de forças especiais ou do Governo. Por mais medidas que sejam aplicadas há de existir sempre e por isso mesmo é que não deve de forma alguma ser ignorada ou diminuida relativamente a outros tipos de crime (ainda que sociais).

Comentário absurdo.

E desculpa o meu visto que em nada tem a ver com as coisas alegres que relatas no blog mas pronto...
Daniela a 8 de Setembro de 2008 às 15:17

E tudo isto começou com uma pequena frase... E agora se eu dissesse que lá em casa quem sofre de violência doméstica é o meu homem que apanha nas trombas quando chega a casa depois de mais uma assalto a uma bomba de gasolina e se esqueceu de me comprar os pensos higiénicos????
Anjos a 8 de Setembro de 2008 às 15:29

epá! Assaltar uma bomba de gasolina sim! Esquecer-se dos pensos higiénicos é que não tem perdão possivel! Isso de facto, só mesmo ao murro no focinho! :P
Daniela a 8 de Setembro de 2008 às 15:39

E açoites, ele tb gosta (credo esqueci-me que isto é um blog familiar )
Anjos a 8 de Setembro de 2008 às 15:57

Resposta a ANJOS:

Você citou parte de um exemplo que dei para dizer a sua opinião, mas esqueceu-se de que no exemplo por mim referido, aquela mulher NÃO TEM QUALQUER OCUPAÇÃO PROFISSIONAL. NÃO ME REFERI A OUTRAS QUE DEPOIS DO TRABALHO FORA DE CASA ACUMULAM SOZINHAS OS DEVERES DOMÉSTICOS. NESSES CASOS OS COMPANHEIROS TÊM OBRIGAÇÃO DE AJUDAR E HOJE EM DIA FAZEM-NO!

Você referiu apenas:

"...havendo casos em que é o marido que depois de chegar do trabalho tem que fazer a comida para a família, arrumar a casa e tratar de roupa (se quizer), para além de resolver qualquer problema tradicionalmente executado por homens, como pintar a casa, reparar o candieiro avariado, por uma lâmpada no tecto, desentupir o lavatório, colocar uma telha, sei lá.."
Zé da Burra o Alentejano a 24 de Outubro de 2008 às 14:32

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